Por que as pessoas fazem para os outros o que não querem que façam com elas?

Essa é uma pergunta que muitas pessoas se fazem, em especial, quando algo de errado acontece com elas, como por exemplo:

 

–  alguém marcar um compromisso e não comparecer

–  pedir dinheiro emprestado e não devolver

–  combinar um prazo e não cumprir

– agendar uma consulta e não aparecer

– copiar e usar  material de treinamento, sem pagar pelos direitos autorais

 

E várias outras coisas que acontecem e parece que as pessoas só reclamam quando é com elas, caso contrário, não dão a menor importância ao ocorrido;  sequer cancelam o compromisso se não puderem comparecer ou nem avisam se for chegar atrasado; o que ocorre na prática, é que a maioria inventa desculpas já conhecidas:

 

– o trânsito estava ruim

– calculei mal o tempo de deslocamento

– aconteceu um imprevisto

–  esqueci de anotar na agenda

– tive que socorrer uma pessoa

–  etc.etc

 

Essa falta de respeito e consideração  com o outro não parece nada grave para quem a comete, mas a história muda de perspectiva quando o afetado é a própria pessoa , ou melhor quando ela experimenta do próprio veneno.

 

Em consequência, hoje em vários locais a prática de overbooking tornou-se  normal, isto é, agendar o dobro de compromissos no mesmo horário, desta forma se 50% das pessoas faltarem,  o que é, infelizmente normal, a agenda fica completa, porém, se todos resolverem comparecer, serão algumas horas na sala de estar de algum médico, por exemplo, e acabam pagando os inocentes pelos culpados.

 

E por que as pessoas agem como adolescentes? Porque nenhum sistema implantou consequências para punir quem age assim. Aliás conheço apenas dois casos:

 

As peças de teatro do Antônio Fagundes que se você chegar após as 21h só poderá entrar no intervalo e não adianta espernear e o Uber que pune os clientes que cancelam o chamado após 5  minutos de espera.

 

Infelizmente as pessoas  precisam ser punidas para fazer o que é correto e funciona na maioria dos casos. Os convênios deveriam adotar o mesmo sistema de punição e todas as demais profissões, quem sabe fazendo com que cada um assuma as consequências pelos próprios atos, teremos um cidadão mais responsável sem prejudicar ninguém.

 

Espero que um dia isso não seja mais um problema entre as pessaos deste país.

 

Marynês Freixo Pereira

Master NeuroCoach

Liderança, Vendas ,Carreira e Negócios

 

 

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