Como alguém pode ter orgulho de ser professor num país como o nosso?

Como alguém pode ter orgulho de ser professor num país como o nosso?

– Não quero que você seja professora. Você será médica, senão morrerá de fome.

E assim terminou a minha discussão com meu pai há 37 anos.

Eu era atleta desde 6 anos de idade, adorava atividade física. Fazia ballet escondida dele, porque para um português tradicional e à moda antiga, moças que faziam dança, não eram moças “para casar”, se é que você entende o que eu quero dizer.

Imagine a pressão que eu sentia. Queria escolher minha profissão e ao mesmo tempo só me restava sucumbir ao que meu pai queria. Naquele tempo a gente não discutia com os pais como ocorre hoje; a gente dizia: “sim, senhor”, “sim, senhora”.

Lembro que eu adorava ensinar. Tinha duas amiguinhas, filhas da “secretaria”- empregada doméstica – de minha mãe e todo dia eu pegava a minha lousa e o giz ( sabem o que é isso?, no google deve ter alguma imagem) e passava o dia ensinando e dando lição de casa para elas; eu tinha apenas 5 anos de idade.

Aos 17 anos tive que decidir a carreira. Insano decidir algo tão importante como uma carreira nessa idade, mas eu comecei a fazer cursinho preparatório para entrar em Medicina, como era a vontade de meu pai. Ia para a escola de manhã e depois , direto para o cursinho. Parei de fazer esportes, dançar, nadar e minha vida se resumia a estudar. Engordei 6 quilos e peguei uma gastrite – santa gastrite!- que me fez parar num pronto socorro.

Nesse dia, que não esqueço até hoje, o médico foi o meu primeiro coach de carreira, pois me perguntou se era medicina mesmo que eu queria fazer. Sem me esperar responder, ele pediu que eu o acompanhasse pelos corredores do pronto socorro.

Saímos do seu consultório, eu atrás dele. O médico, então, foi me mostrando os pacientes e se a intenção dele era me chocar, conseguiu.

As cenas que vi de gente chorando, perna quebrada, sangue, me deixaram apavorada. Quando voltamos a sala dele ,ele perguntou:

– É isso que você quer para o resto da sua vida?

Naquela hora soube que não era e, mais uma vez, ele me orientou como um anjo que aparece em nossas vidas e muda o rumo de tudo. Por isso que, até hoje, eu presto atenção aos sinais do universo, sejam obstáculos ou não, que aparecem em minha vida.

 

Quando cheguei ao hospital, gritando de dor, ele me acalmou. Deu um remédio depois de diagnosticar e, assim que a dor passou , ele começou um questionário querendo entender o que minha gastrite representava. Hoje sei, exatamente, o significado de todas aquelas perguntas, pois, estudo há anos a relação CORPO/MENTE. Na época eu confesso que não entendi o motivo desse médico querer saber mais sobre meu estilo de vida do que sobre a minha dor. Caso você não saiba a gastrite é uma dor que sinaliza que que não estamos com capacidade de absorver o que está acontecendo em nossas vidas, porém, “engolimos” contrariados e o corpo reage.

Sai do consultório desse médico, ao final de nossa conversa, com um endereço para procurar: a Universidade de São Paulo – Escola de Ed Física. E lá fui eu conhecer, melhor, essa realidade e me apaixonei. Prestei o vestibular e entrei na primeira turma de 4 anos. Em 1983 estava me formando para o desgosto de meu pai.

De todas as minhas amigas nas mesmas condições que eu, fui a primeira filha de português durão que enfrentou o pai e ousou correr atrás de seu sonho e o meu, definitivamente, não era ser médica.

 

Exerci durante 15 anos com muito orgulho a profissão de professora de ginástica e dança e, como sempre gostei muito de administração, em especial , gestão estratégica, cursei mais duas faculdades ( Gestão de Pessoas e MKT) . Na área de fitness cheguei à cargos de diretoria de grandes redes de academias e atuando junto à Les Mills International tive a oportunidade de vivenciar, pela primeira vez, o conceito de empresa progressista, graças à um líder excepcional, o Phillip Mills, que foi meu segundo coach de carreira e que provou que é possível ser próspero e cuidar de pessoas.

Desde essa época, venho me aprofundando em desenvolver Lideranças através de Coaching e Treinamentos, pois , o papel do líder é fundamental para nos orientar e ajudar a sermos cada vez melhores, assim como foi importante o papel desse médico e do CEO da Les Mills que abriram novas possibilidades e mudaram minha vida. O líder, também, é um professor.

 

Hoje nas sessões de coaching peço aos meus clientes que lembrem das brincadeiras de criança e percebo que aqueles que tem sucesso na carreira, invariavelmente, exercem atividade bem próxima ao que faziam na infância.

Como Coach e palestrante, levo conhecimento, reflexão e transformação que é um dos papéis do professor, portanto, continuo exercendo o meu sonho de vida e tenho muito orgulho disso. SOU PROFESSORA.

Onde estiver nossa vocação, nosso talento e nosso coração, com certeza, estarão o sucesso, a prosperidade e a realização material.

“Corra atrás do seu sonho e não deixe ninguém dizer que você não pode” ( trecho do filme A procura da felicidade).

 

“SE ATIRA NA VIDA”

Sucesso

Marynês Freixo Pereira

Acima de tudo PROFESSORA

 

professora

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DICAS PARA BLINDAR ENERGIAS NEGATIVAS .CIÊNCIA.

Hoje, 25 de junho, 21h web ao vivo
INSCREVA-SE EM
http://webinarjam.net/webinar/go/11098/c0833e524b

DICAS PARA BLINDAR ENERGIAS NEGATIVAS

Você já sentiu um clima pesado na empresa?

Ao entrar em uma sala no seu ambiente de trabalho ou ficar perto de uma pessoa, sentiu tontura??

O que antes você achava que era coisa da sua cabeça, ou que estava na esfera mística, agora, vem sendo comprovado pela ciência.

Eu e Davi Palma vamos discutir a INFLUÊNCIA DAS ENERGIAS na sua vida, carreira e relacionamentos, e tudo isso COMPROVADO PELA CIÊNCIA.

E vamos ensinar DICAS PARA BLINDAR ENERGIAS NEGATIVAS que nos deixam exuastos , confusos e que atrapalham nosso dia a dia. .

Hoje, 25 de junho, 21h web ao vivo

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blindar energias

Derrapando no atendimento. Dia 03 de junho INSCREVA-SE

Dia 03 de Junho estaremos num bate papo provocativo, reflexivo, irreverente analisando o fato de muitas empresas acharem que são CAMPEÃS DE ATENDIMENTO, porém, os clientes só reclamam.
Venha tirar suas dúvidas, ao vivo PELA WEB

TEMA: Derrapando no atendimento – dia 03 de junho 21h às 22 h

com Lúcia Helena S. CordeiroDiogo Attianezi Bracet,Fernando Rodrigues Vieira,Guilherme Moscardi,Fernando Alves,Fabiano Pezzi e Pereira Vencendo

INSCREVA-SE NO LINK ABAIXO E LEMBRE DE CONFIRMAR SEU CADASTRO.

http://webinarjam.net/webinar/go/11098/095e7df728

derrapando no atendimento

FELICIDADE, POR ONDE VOCÊ ANDA?

FELICIDADE POR ONDE VOCÊ ANDA?

Vivemos num ciclo repetitivo em busca da felicidade que chamarei de SE.

As pessoas vivem dizendo por ai… 

Serei feliz SE…
Ganhar muito dinheiro
Casar e tiver filhos
Emagrecer

E mais uma infinidade de SEs.

Passado um tempo…

A pessoa consegue ficar rica , mas descobre que não se sente feliz porque tem tanto medo de perder o dinheiro que conquistou que se sente obrigada a trabalhar, desenfreadamente, e acaba sem tempo para aproveitar todo o dinheiro que conquistou.
Cria um CICLO REPETITIVO, uma roda onde ele gira, gira e termina no mesmo lugar. Para se feliz precisa dinheiro – para ter dinheiro precisa trabalhar muito – ganha muito dinheiro – não tem tempo para aproveitar todo dinheiro que ganhou – porque tem medo que o dinheiro acabe – trabalha mais e mais para ter mais dinheiro e nunca ficar sem – quer ser feliz e acredita que com muito dinheiro o será – mas não é feliz e acha que o dinheiro ainda não é suficiente – então trabalha mais para ser feliz .

O que é felicidade?
Como você aproveitaria mais a sua vida?
O que faria agora se fosse livre de tudo?

Por que muitas pessoas precisam de uma desgraça, um acidente, uma doença, uma perda gigantesca , seja de dinheiro ou de uma pessoa querida para se dar conta de que eram felizes e não sabiam?

Nessa hora, as pessoas que sobrevivem aos obstáculos da vida , dizem que a felicidade é muito mais simples do que imaginavam ser. É estar com os filhos, abraçar os pais, respirar ar puro, olhar para o céu, andar descalço na areia.

Então , pergunto: o que lhe falta para ser realmente feliz?
E SE não houvesse os SEs, você seria feliz aqui e agora?
Abra os olhos e veja que a FELICIDADE está mais próxima do que você imagina.
AGARRE-Afelicidade

Por que as histórias tocam tanto?

As histórias*sempre inspiram, comovem e marcam muito, além de acelerar e fixar conteúdo e conhecimento.

A Neurociência sempre em busca de entender como nosso cérebro funciona, valida essa percepção que agora é cientificamente provada.

Nosso cérebro precisa de “CÂMERA, LUZES, AÇÃO!”, isto é, uma cena, um roteiro onde  visualizamos- isto mesmo!!! –  visualizar em nossa mente o que está acontecendo.

Desta forma, os melhores oradores, mentores, palestrantes são aqueles que utilizam histórias para ilustrar suas teorias.

O Neuromarketing vem utilizando o poder da História para divulgar as empresas em seus diversos comerciais, al’me dos escritores e palestrantes que comprovam a força do storytelling.

Confira este comercial com uma história envolvente, real e emocionante.

CLIQUE NO LINK

 

 

* “Recomenda-se apenas a grafia história, tanto no sentido de ciência histórica, quanto no de narrativa de ficção”. Robério Fernandes, Coluna “Reforma Ortográfica

E por falar em SUSTENTABILIDADE…FATO.

DESABAFO… SEM QUERER SER SAUDOSISTA!

Na fila do supermercado, o caixa diz à uma senhora idosa:

– A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:

– Não havia essa onda verde no meu tempo. 

O empregado respondeu:

– Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente. 

– Você está certo – responde a velha senhora – nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.

Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo.

Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisávamos ir à dois quarteirões.

 Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente.

Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

 Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias.

Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

 Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.

Naqueles tempos não se usava um motor à gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

 Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente.

Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pets que agora lotam os oceanos.

Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos ‘descartáveis’ e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.

 Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

( autor desconhecido)

sustentáveis-atitudes